Terror na Catedral: Criança encontra homem nu em banheiro e caso expõe colapso da segurança pública em Cascavel

A insegurança em Cascavel ultrapassou todos os limites toleráveis e chegou a um dos locais que deveria ser símbolo de paz e proteção. O Site Noticias Cascavel recebeu uma denúncia gravíssima referente a um episódio ocorrido no mês de dezembro, dentro da Catedral Nossa Senhora Aparecida, no coração da cidade. O relato expõe a vulnerabilidade das famílias cascavelenses diante do abandono do centro da cidade e da falta de policiamento efetivo, transformando um momento de fé em um trauma familiar.
O caso aconteceu durante uma missa, quando uma criança precisou ir ao banheiro. Ao entrar e acender a luz, a vítima se deparou com uma cena de horror, encontrando um homem, identificado posteriormente como morador de rua, totalmente nu e com apenas uma toalha sobre os ombros. Ao perceber a presença da criança, o indivíduo sorriu, o que provocou pânico imediato. A criança correu gritando para a mãe, que acionou dois policiais que estavam presentes na celebração, mas a resposta foi tardia. Quando as autoridades chegaram ao banheiro, o suspeito já havia se evadido, aproveitando-se da facilidade de fuga que a falta de segurança ostensiva proporciona.
A família buscou amparo legal e registrou um Boletim de Ocorrência no NUCRIA, o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes, mas até o momento o homem não foi localizado. A impunidade do caso reforça a sensação de que a cidade está à mercê da sorte. O episódio levanta questionamentos sérios sobre a eficácia das rondas e a proteção dos espaços públicos, uma vez que nem mesmo a presença de policiais na missa foi suficiente para deter o agressor ou garantir a integridade do local antes que o pior quase acontecesse.

O desabafo da mãe da vítima resume o sentimento de abandono que impera em Cascavel. Ela questiona a lógica de uma cidade que cobra caro pelo estacionamento rotativo, mas não oferece a mínima contrapartida em segurança para os cidadãos e seus bens. Segundo ela, ao estacionar o carro, paga-se a taxa, mas não há garantia alguma de proteção. O medo do que poderia ter ocorrido se a criança tivesse ficado trancada com o homem no banheiro gerou um trauma profundo, fazendo com que a família deixasse de frequentar a Catedral por medo. O que resta é a indignação de uma população que paga seus impostos em dia, mas se vê refém da criminalidade até mesmo na hora de rezar.

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Editor Chefe: Evandro Nicolao
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