Silêncio, Câmera e Omissão: O Primeiro Ano de uma Gestão que Não Saiu do Roteiro

Silêncio, Câmera e Omissão: O Primeiro Ano de uma Gestão que Não Saiu do Roteiro
Publicado em 09/02/2026 às 8:30

A trajetória de Mecabô levanta um sinal de alerta sobre suas reais intenções e capacidades. Se em Cascavel, onde a proximidade com os problemas é imediata, ele se mostra incapaz de articular soluções ou entregar resultados palpáveis, o que esperar de uma eventual atuação em Brasília?

A capital federal exige mais do que retórica inflamada no microfone ou ataques de oposição para gerar cortes de vídeo. Brasília exige articulação, negociação pesada e a habilidade de trazer recursos para a região. O Oeste do Paraná, motor econômico do estado, não pode se dar ao luxo de enviar representantes que priorizam a estética digital em detrimento da responsabilidade política.

Pontos de Reflexão sobre a Atuação de Mecabô:

Falta de Protagonismo: Mesmo com currículo técnico, não liderou pastas ou projetos de impacto na prefeitura.

Foco na Imagem: Priorização de conteúdo para redes sociais em vez de agendas de trabalho efetivas.

Ausência de Articulação: Dificuldade em transitar entre os poderes para garantir benefícios reais à população.

Renovação com Responsabilidade


Renovar o quadro político é essencial, mas a renovação pelo “oba oba” é um salto no escuro. Cascavel precisa de pessoas comprometidas com o chão da cidade, que saibam a diferença entre gerir e apenas aparecer. A política feita apenas para o feed do Instagram é vazia e, no fim das contas, custa caro ao cidadão que espera por melhorias que nunca saem do papel.

A população de Cascavel e do Oeste paranaense merece mais do que um vice prefeito de enfeite. É preciso entrega, suor e, acima de tudo, resultados que justifiquem o voto confiado.

Equipe

Editor Chefe: Evandro Nicolao

Departamento Jurídico: Dr Moacir Vozniak

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