Trinta Anos Sem Mamonas Assassinas O Mundo Ficou Chato Mas A Saudade Fica

Para a galera dos anos oitenta e noventa, o dia dois de março traz uma mistura louca de saudade e vontade de rir. Já faz trinta anos que o Brasil chorou, mas a verdade é que Dinho, Bento, Júlio, Samuel e Sérgio nunca deixaram a gente parar de sorrir. Eles pegaram o rock, misturaram com uma palhaçada genial e criaram um fenômeno que ninguém consegue copiar. A saudade bate forte, mas é impossível lembrar dos cinco sem abrir um sorriso largo e cantar uma letra absurda.
O Mundo Tá Chato, Mas a Saudade é Boa
Como a própria internet adora lembrar e compartilhar, o tempo passa e a gente percebe o quanto eles faziam falta no mundo de hoje. Adaptando aquele famoso texto que circula nas redes para a nossa realidade de agora:
E lá se vão trinta anos sem os Mamonas Assassinas!
É mamonas… Se fosse hoje talvez não teríamos o que vocês nos deixaram: Não teríamos um JUMENTO CELESTINO, pois seria mal trato com animais! Não teríamos o VIRA VIRA, pois feministas diriam que é abuso da mulher! Não teríamos um SÁBADO DE SOL pois seria apologia as drogas! Não teríamos um ROBOCOP…
O mundo ficou bem mais quadrado, mas a genialidade de vocês continua intacta nas nossas lembranças e nas festas de família.
Exumação e Surpresas Emocionantes
E por falar em coisas intactas, neste ano de dois mil e vinte e seis as famílias decidiram fazer uma homenagem muito bacana. Os restos mortais dos meninos passaram por uma exumação no Cemitério Primaveras, lá na Grande São Paulo. O mais louco e emocionante dessa história foi que a equipe encontrou coisas muito preservadas pelo tempo. A famosa jaqueta do Dinho e um urso de pelúcia no caixão do Bento estavam quase perfeitos, como se estivessem guardados esperando o próximo show.
Memorial Vivo: Plantando Alegria
Tudo isso aconteceu para criar o Memorial Vivo no Jardim BioParque em Guarulhos. No lugar de tristeza, as famílias escolheram celebrar a vida. As cinzas vão virar adubo para plantar cinco árvores da espécie jacarandá, uma para cada integrante. É a natureza fazendo o que eles faziam no palco: espalhar energia boa e florescer onde a gente menos espera.

Será um espaço gratuito e cheio de paz para os fãs matarem a saudade. Eles provaram que a alegria verdadeira nunca morre, ela vira árvore e continua dando sombra para o Brasil inteiro.
Equipe
Editor Chefe: Evandro Nicolao
Departamento Jurídico: Dr Moacir Vozniak
