De Parlamentar a Agressor: Deputado do Paraná Protagoniza Confusão com Garota de Programa – Veja o vídeo

De Parlamentar a Agressor: Deputado do Paraná Protagoniza Confusão com Garota de Programa – Veja o vídeo
Publicado em 27/03/2026 às 12:37

Escândalo envolvendo o deputado Luciano Alves expõe machismo, abuso de autoridade e a urgência de uma resposta firme do Conselho de Ética da Câmara.

Quando um político viaja para Brasília, ele carrega a voz e a confiança dos cidadãos. No caso do deputado federal Luciano Alves, do PSD do Paraná, esses valores foram esquecidos e substituídos por uma lamentável exibição de descontrole, machismo e absoluta falta de decoro no Lago Sul.

O escândalo noturno envolvendo o parlamentar, uma garota de programa e a assessora do político não é uma simples confusão. O episódio revela a pior face do poder e o completo desprezo pelo respeito humano básico.

A Covardia Injustificável

A agressão contra uma mulher não pode ter tolerância sob nenhuma circunstância. A conduta do deputado evidencia um abuso de poder estarrecedor. Ao recusar o pagamento de um acordo, o parlamentar ofendeu a aparência da vítima de maneira vil e degradante. Mais grave ainda são os relatos de testemunhas sobre agressões físicas diretas.

Agredir uma mulher é um ato de extrema covardia. Usar a posição de autoridade para humilhar e violentar uma trabalhadora do sexo mostra um caráter incompatível com a representação pública.

A violência de gênero é uma ferida aberta no Brasil, e ver um legislador atuar como o agressor é um insulto a todas as mulheres do país.

Terceirização da Violência e Impunidade

A covardia atinge um nível ainda mais repulsivo quando o parlamentar tenta transferir a violência para terceiros. A suposta declaração de que não poderia bater na vítima, mas que incentivava a briga entre as duas mulheres presentes, expõe uma moralidade apodrecida.

Instigar o conflito e usar a equipe do gabinete como escudo em uma briga por um programa sexual é o fundo do poço da ética. A atitude da assessora, que atirou cerveja e proferiu xingamentos misóginos e chulos, apenas confirmou o ambiente de arrogância e impunidade que cerca o mandato do político.

O Paraná Exige Representação

Existe uma linha imaginária entre a vida privada e a vida pública, mas ela desaparece quando escândalos ocorrem nas ruas com agressões verbais e físicas. Um representante do povo recebe julgamento constante pela forma como trata os cidadãos comuns.

Os eleitores do Paraná não enviaram um representante à Câmara Federal para protagonizar brigas de madrugada. O Estado perde representatividade quando o nome de seu deputado vira manchete por violência contra a mulher, e não por projetos importantes para a região.

O Silêncio é Cumplicidade

Comportamentos dessa gravidade exigem apuração rigorosa e punição exemplar. O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados tem a obrigação de agir para frear aqueles que confundem imunidade parlamentar com impunidade civil e criminal.

A quebra de decoro parlamentar está perfeitamente clara. O silêncio das instituições será apenas uma forma de cumplicidade. O Brasil já enfrenta problemas demais para tolerar parlamentares que agem como valentões de rua.

O mandato público exige honra, e a violência contra a mulher exige justiça.

Equipe

Editor Chefe: Evandro Nicolao

Departamento Jurídico: Dr Moacir Vozniak

Clima
WhatsApp