A Profissão Político: Leonaldo e Fabiola Paranhos Têm Cargos no Governo e Fazem do Estado um Balcão de Negócios

A política brasileira muitas vezes deixa de ser um instrumento de transformação social para se estabelecer como uma profissão altamente lucrativa. Em vez de servir ao público, alguns transformam o Estado em um verdadeiro balcão de negócios familiares. O contribuinte acorda cedo, paga seus impostos rigorosamente e em troca assiste ao enriquecimento inexplicável daqueles que deveriam representar a população. Viver de cargos públicos virou um modelo de vida para poucos privilegiados.
A Dança das Cadeiras e o Salário na Casa Civil
Um exemplo claro dessa dinâmica ocorre no estado do Paraná com Leonaldo Paranhos e sua esposa Fabiola Paranhos. Há anos a família sobrevive orbitando o poder público e garantindo posições estratégicas bancadas pelo dinheiro do cidadão. Recentemente Leonaldo Paranhos, que ocupava a cadeira de secretário de Turismo, assinou sua própria exoneração apenas para assumir rapidamente mais um cargo comissionado.

Desta vez o destino foi a Casa Civil do governo estadual, garantindo um salário impressionante de 29 mil reais mensais. Qual é exatamente a função que justifica uma remuneração tão alta saindo diretamente dos cofres estaduais?
Nomeações Estratégicas e a Falta de Respostas
Mas a ocupação de espaços no poder não para por aí. Fabiola Paranhos também garantiu seu lugar nas estruturas do Estado. Ela ocupa atualmente um assento no Comitê de Indicação e Avaliação da CELEPAR. A grande pergunta que ecoa nos corredores da capital e nas ruas de Cascavel é qual a real formação técnica de Fabiola para ocupar uma função de avaliação em uma empresa de tecnologia do Estado?

Por que ela está sentada nessa cadeira? Teria sido uma indicação direta de seu marido, utilizando sua influência para abrigar a esposa em uma posição confortável e blindada? O cidadão paranaense trabalha duro diariamente para sustentar essas coincidências convenientes.


Crescimento Patrimonial e a Imprensa
Essas nomeações ganham um tom ainda mais nebuloso quando a sociedade analisa as graves denúncias veiculadas na imprensa. O jornal O Paraná publicou reportagens contundentes sobre as movimentações financeiras do casal. Apontamentos jornalísticos levantaram questionamentos muito sérios sobre um crescimento patrimonial meteórico e sem qualquer explicação lógica. Documentos indicam que o patrimônio da família teria dado saltos milionários.
Diante de acusações tão fortes, a transparência deveria ser a atitude padrão, mas o antigo prefeito simplesmente se recusa a abrir seu imposto de renda para o escrutínio da sociedade. Um ditado popular diz que quem não deve não teme. Então o que as declarações fiscais de Paranhos realmente escondem?
O Medo das Ruas e o Silêncio Estratégico
Talvez seja exatamente esse o motivo para Leonaldo Paranhos ter evitado o contato direto com as pessoas nas ruas durante o período de campanha eleitoral. O receio de encarar o eleitor é totalmente compreensível para quem tem muito a esconder.
Como ele poderia explicar, olhando nos olhos do trabalhador comum, que sua família vive de cargos de confiança, acumulando salários exorbitantes e um patrimônio que infla sob forte suspeita? O medo de ir para as ruas é o medo da pergunta sem resposta. A população já percebeu a manobra. O dinheiro do contribuinte continua escorrendo diretamente para os bolsos de Paranhos e Fabiola. E a profissão de político, neste lamentável cenário, mostra sua face mais gananciosa, servindo apenas aos interesses de quem já está no topo.
Equipe
Editor Chefe: Evandro Nicolao
Departamento Jurídico: Dr Moacir Vozniak
