A Divina Comédia de Cascavel: O Circo Político de Renato Silva

Já se perguntou quais são os critérios para ser secretário da quinta maior cidade do Paraná? Parece mais um jogo de cartas marcadas do que uma escolha baseada em mérito. Recentemente, Renato Silva decidiu manter a maioria dos secretários da gestão passada, e o circo continua.
Marcia Baldini, por exemplo, continua firme e forte, apesar de uma rejeição que chega a fazer inveja a vilões de novela. Com denúncias de assédio de professores e faixas clamando por reajustes salariais, ela segue no cargo como se nada tivesse acontecido, ou pior, como se o esquecimento fosse um superpoder.


E que tal Beto Guilherme? Ele não só ameaçou funcionários para apoiar a candidatura de Renato Silva e Mecabô, mas também protagonizou uma denúncia de homofobia que viralizou no Twitter, com mais de 20 mil visualizações. Mesmo assim, lá está ele, aparentemente com um escudo invisível contra consequências.

Não podemos esquecer de Severino Folador, que, segundo documentos, tem dívidas a pagar. Será que ele espera um desconto especial, cortesia do prefeito, que já teve suas próprias ‘facilidades’ questionadas?


E o que dizer da cena política? Após trair o MDB, o Deputado Batatinha não conseguiu emplacar nenhum secretário. Parece que a traição não foi um bom investimento. Já Giacobo, que fez campanha em Cascavel, também não teve sucesso. Talvez a lição seja que, na política, confiança é mais volátil que um penteado ao vento.


Por fim, a ausência de Alécio Espínola nas discussões e entrevistas sugere que ‘virar as costas’ é mais tendência do que manter a confiança. Afinal, no jogo político, parece que o bigode perdeu sua magia.
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