Patriotismo de Mentira: A História de Léo Índio e Seus Fantasmas

O que é ser patriota? Aparentemente, é amar seu país e servi-lo da melhor forma possível, com um sentimento voluntário de amor e pertencimento. Mas até onde esse “sentimento voluntário” vai para os pseudos patriotas? Aqueles que levantam bandeiras enquanto seus familiares ocupam cargos comissionados?
Vamos falar de Léo Índio, ou Léo “Bolsonaro” — porque, convenhamos, sobrenome não é tudo. Ele chegou em Cascavel como um verdadeiro “paraquedista” e, em abril de 2019, foi nomeado assessor do senador Chico Rodrigues (DEM-RR). Com um salário bruto de R$ 22.943,73, ficou no cargo até outubro de 2020, quando o colega foi flagrado pela PF com R$ 30 mil na cueca. Muito patriota, não é? Léo foi orientado a pedir exoneração e ficar em silêncio, porque quem precisa de escândalos na vida?

Em dezembro de 2021, ele virou auxiliar administrativo júnior na liderança do PL no Senado, ganhando apenas R$ 5.735,93. Mas, claro, foi exonerado em seis meses após o UOL revelar que ele era um funcionário fantasma.
E quem não lembra da ex-chefe de gabinete de Flávio Bolsonaro, Mariana Mota, pagando o aluguel da quitinete onde Léo morava? Nada diz “patriota” como depender de um favorzinho, não é mesmo? Além disso, seu sigilo bancário foi quebrado na investigação da “rachadinha”, com ele sacando mais de R$ 400 mil em dinheiro vivo. Que exemplo de patriotismo!

E o que dizer do 08/01, quando ele se gravou para likes, mas na hora de prestar contas, simplesmente desapareceu? Agora, se formos comparar, Moacir Maria, essa figura folclórica de Cascavel, foi condenado a 17 anos de prisão, cumpriu parte da pena e fez um acordo para ficar livre. Pasmem, mas eu confio mais nele do que em Léo Índio!



Léo também exerceu um cargo na ALEP, mas, curiosamente, ninguém o via trabalhar. Após algumas perguntas incômodas, ele foi exonerado. Coincidência? Parece que os verdadeiros patriotas estão em falta, enquanto os que buscam apenas likes estão por toda parte!



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Editor Chefe: Evandro Nicolao
Departamento Jurídico: Dr Moacir Vozniak
