O Grande Truque: Vereador Carlos Xavier e o Vídeo que Sumiu em 3, 2, 1!

Parece que estamos diante de um enredo digno de um thriller político: o famoso “vídeo que sumiu”. No dia em que as mães lutavam por uma CPI sobre abuso infantil, uma dessas heroínas da nossa saga apareceu com um documento para que os vereadores assinassem. Até aí, tudo bem, certo? Mas a história começa a esquentar.
O Vereador Madril, com seu espírito solidário, não hesitou em assinar. Bia Alcantara, Edson Souza, Dr. Lauri e até Serginho Ribeiro, que depois fez uma manobra digna de um jogador de futebol, retirou sua assinatura sem dar explicações. Mas a verdadeira pimenta veio quando essa mãe procurou o Vereador Carlos Xavier, o “líder do Governo”. E, pelo que se diz, o diálogo não foi exatamente uma troca de flores.

Carlos Xavier, com a delicadeza de um elefante numa loja de cristais, disparou palavras duras e ofensivas. E adivinha? Alguém estava gravando tudo. Mas, como em um bom filme de mistério, o vídeo desapareceu! Coincidência? Ou será que o ilustre vereador teve uma conversa “particular” com a pessoa que filmou?

Esse vídeo, que deveria ser uma prova do comportamento de um “líder” que, teoricamente, deveria zelar pelo bem-estar do povo, sumiu do mapa. E o que será que o Xavier disse? Uma verdadeira obra-prima da diplomacia? Ou apenas um show de grosseria?
É imprescindível que a CPI exija esse vídeo. As câmeras da Câmara precisam ser requisitadas, porque as palavras de Xavier não foram só duras; elas foram um tapa na cara de quem busca justiça. Vamos aguardar que o relator e o presidente dessa CPI tenham a coragem de pedir essa gravação. Afinal, precisamos ver como um “líder” trata mães que buscam justiça na casa que deveria ser do povo.
Equipe
Editor Chefe: Evandro Nicolao
Departamento Jurídico: Dr Moacir Vozniak
