Leonaldo Paranhos: O Marketing Imoral que Faz Uso de Crianças

A situação envolvendo Leonaldo Paranhos e seu uso abusivo de marketing político levanta sérias questões éticas e legais. Ao gravar crianças elogiando suas qualidades, como “guerreiro”, “trabalhador” e “competente”, sem o devido consentimento dos pais ou responsáveis, Paranhos não apenas ignora a legislação vigente, mas também desrespeita os direitos fundamentais das crianças protegidos pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A lei é clara: a utilização da imagem de menores deve ser acompanhada da autorização expressa dos responsáveis legais. A divulgação indevida de fotos ou vídeos de crianças, especialmente para fins comerciais, pode trazer consequências legais severas e é um ato que deve ser rechaçado pela sociedade. Ao utilizar crianças como ferramentas de marketing, Leonaldo Paranhos não só coloca em risco a privacidade e a dignidade dos menores, mas também expõe sua própria falta de ética ao ignorar normas que visam proteger os mais vulneráveis.
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Vídeo que fica evidente que alguém está dirigindo crianças a falarem de Paranhos
Além disso, a tentativa de mostrar um suposto “excelente trabalho” para o governador Ratinho através de táticas questionáveis e enganosas é uma prática que desvirtua a verdade. O tão alardeado SELO OURO da educação, do qual Paranhos se orgulha, na verdade foi conquistado por mais de 226 cidades do Paraná. Enquanto ele se vangloria de uma nota em Cascavel, é preciso lembrar que essa classificação é apenas uma parte de um quadro muito mais amplo, e não uma conquista única de sua gestão.
A realidade do cenário educacional em Cascavel é preocupante. Os professores, que desempenham um papel vital na formação das futuras gerações, estão com seus salários defasados há anos e, em vez de receberem a valorização que merecem, precisam implorar por reajustes. As faixas reivindicativas dos educadores são um grito por dignidade e reconhecimento, um apelo que não pode ser ignorado enquanto figuras como Paranhos tentam desviar a atenção com marketing enganoso.

Por fim, as denúncias de assédio contra a Secretária Márcia Baldini são um sinal alarmante de que a gestão atual carece de respeito e cuidado com seus colaboradores. Em um ambiente onde a ética e a legalidade são constantemente desafiadas, é imprescindível que a sociedade se mobilize para exigir responsabilidade e transparência.
Leonaldo Paranhos, ao agir dessa forma, não só transgride normas legais, mas também demonstra uma falta de compromisso com o verdadeiro bem-estar da educação em Cascavel. A luta por direitos, dignidade e respeito deve ser a prioridade, e qualquer tentativa de usar crianças como instrumentos de promoção pessoal deve ser denunciada e combatida. É hora de responsabilizar aqueles que, em busca de poder, desconsideram as leis e o que é certo.
Equipe
Editor Chefe: Evandro Nicolao
Departamento Jurídico: Dr Moacir Vozniak
